terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Mulheres-Espelho




Na minha vivência ao longo de 7 anos a fazer leituras da aura – uma forma organizada de comunicação intuitiva – deparo-me sucessivamente com mulheres de todas as idades, cuja Força Maior ainda permanece perdida na noite obscura das suas emoções.

Quando me Desnudo e olho a Nu para outra mulher é como olhar-me a mim mesma, pois ela é a portadora das minhas feridas. Cada mulher com quem me cruzo é um espelho límpido de mim mesma, um Portal para as minhas memórias. Por esse motivo é cada vez mais Consciente a necessidade que tenho, e as mulheres à minha volta, desse encontro de Cura que só entre iguais pode atingir níveis alquímicos de absoluta Morte e Renascimento.

Sinto que o mundo feminino ainda exclui muito mais do que inclui, pois existe uma competitividade latente que nos faz ficar de pé atrás muito mais vezes do que de braços abertos para nos abraçarmos como irmãs.
E talvez haja uma verdade por detrás desta actuação, cujo principio seja o de preservar a coesão do círculo e do que nele se semeia e se colhe. Nem todas as mulheres estão numa sintonia de abertura e reconexão com a sua natureza mais profunda, e muitas passarão mais esta vida sem o fazerem. Mas sinto que para as que despertam, a Responsabilidade é tremenda – não a de carregar com as outras, mas a de Inspirar as outras, as que estão a um passo de inspirarem pela primeira vez.

Temos que nos ajudar a parirmo-nos umas às outras.

Não conheço ninguém, homem ou mulher, que não esteja neste momento a passar por grandes desafios e transformações pessoais profundas – mas nós, Mulheres, temos o Dom de ir beber às Águas Profundas e delas renascer em Fogo. Somos a Profecia Viva do Fim e do Recomeço dos Tempos.

Sinto-me a cada momento a acordar de um longo sono, e a olhar para as minhas cicatrizes como se fossem fios-luz na minha geometria subtil. Olho-me e olho as minhas irmãs e respiro de alívio por não me sentir Só.

Sou-vos Grata.
Mizé

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

El orgasmo de ella

http://www.erotomanias.com/2011/11/el-orgasmo-de-ella/

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

sexta-feira, 15 de julho de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

sábado, 28 de maio de 2011

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A Doutrina do Choque

A Doutrina do Choque from Muito Aterrorizado on Vimeo.

A Vida num segundo - o que fica depois da Vertigem?




Há dias em que entardeço cética do mundo, cansada de todas as palavras, de todas as imagens, de todos os clichês, perguntando-me quantas léguas de mim terei que sonhar até me perder.


Perder-me das construções e desconstruções repetidas da mente, do mundo dos desejos, da sede das carências. Do que julgo saber, do que julgo não ser. Do que temo, do que enfrento. Do que grito e do que calo.


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Observo o Mundo a correr à minha volta, num rodopio que embriaga, onde eu, alienada não estou. Estarei porventura em parte incerta, flutuando nos anéis das memórias não vividas. Nas visões do Futuro. Na Criação dos Tempos.


Há dias em que entardeço cansada.
As ligações à matéria parecem desligar-se uma a uma, ficando apenas um ténue fio-luz. Aí me alimento. Aí me sustento, suspensa, em azul.


Cansam-me as palavras repetidas numa vulgaridade sem sabor. A pressa de chegarmos a lado nenhum. As elites espirituais, as projecções, as manipulações, a falta de questionamento colectivo, os projectos de salvação.


Lá fora os terrenos continuam por cultivar, e os nossos filhos continuam a deitar comida para o lixo.


E amanhã acordamos para mais um dia de escravatura.


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Os dias, as semanas, os anos, começam e terminam numa vertigem alucinante, e os pensamentos parecem uma montanha russa na Grande Feira da Ilusão.


Apenas o eco do silêncio desperta em mim uma avalancha de cores e sons, numa acupuntura sensorial para além do visível.
Aí, nesse Espaço–Templo, as raízes etéricas entrelaçam-se numa dança esférica, simétrica, perfeita, lançando-me para dentro do vazio – num mergulho espiralado onde sou imensa.


Nada resta senão deixar fluir. Seguir os aromas que a alma timidamente vai segregando.


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Abençoada a chuva que começa a cair, o cheiro da terra molhada, que por momentos me devolve ao corpo. Uma oração desprende-se dos meus dedos, numa carícia inefável.


A Vida renova-se a cada inspiração, num novo alento.


Possam todas as hierarquias de todos os mundos inspirar-nos o Amor-Sabedoria pelo cumprimento do Plano Evolutivo. Possam todas as tribos de todas as dimensões coabitar em Verdade. Possa o Homem ver-se finalmente Nu diante de si mesmo.


Mize Jacinto
27 de Maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

sexta-feira, 29 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

The world is waking Up

Gregg Braden - The Holographic Nature of The Universe

The Choice Point: An Interview with Gregg Braden

Light up your Brain Waves..The vibration 2012 Dolores Cannon

O bom consumidor

Alimentos: um convite à simplicidade

http://www.irdin.org/audicoes/clemente/estudos_com_clemente/0301_0001__alimentos_um_convite_a_simplicidade.mp3